
A 3ª edição das Funchal City Sessions apresenta ‘Copo d’Água’, projeto a solo de Ari Sendim, que mistura sons concretos com guitarra elétrica e voz, ora com letra ora sem. O resultado é uma viagem sonora ambiental e meditativa, por vezes onírica, que reflete sobre a fragilidade e a sensibilidade humanas.
Radicado em Lisboa, Ari Sendim é um artista audiovisual, licenciado em Som e Imagem pela ESAD.cr, e com uma pós-graduação em Arte Sonora: Processo Experimentais pela FBAUL.
Em 2024, participou na residência ‘Amigos do Ambiente’, promovida pela Electronic Warfare e o Colectivo Casa Amarela. Integra também os projetos WAWAWah, com Gabriel Bôtto, e Alma Penada, com Cláudia Simões. Faz parte da Associação S/Título desde 2023, onde desempenha funções de programação cultural.
Além do concerto, Mafalda Melim, artista visual e cofundadora do Colectivo Casa Amarela, orientará o workshop “Design de Artworks e Cartazes”, dedicado à criação de imagens para o universo da música. Durante a atividade, serão exploradas diferentes formas de construir um artwork ou um cartaz, sem regras e sem necessidade de experiência prévia em design. Apenas curiosidade, vontade de experimentar e uma ligação com o som, a imagem ou o gesto criativo.
A abordagem é DIY, centrada na prática e na experimentação livre com materiais visuais, colagens, fotografias e texturas digitais. Os participantes serão guiados passo a passo por diferentes exercícios, como: a criação e fusão de camadas visuais, a aplicação de texturas e efeitos digitais, a composição tipográfica e estrutura de cartaz e, por fim, o desenvolvimento de uma peça final autoral.
Para um maior aproveitamento do workshop, os interessados devem ter consigo um computador com Photoshop, ou equivalente, ou um Ipad com Procreate, ou equivalente. A participação é gratuita, mediante inscrição através do seguinte formulário: https://forms.gle/kEfUcXe4WKcMbJVCA
Originalmente concebidas como uma extensão do Festival MADEIRADiG, as Funchal City Sessions assentam na captação, formação e desenvolvimento de novos públicos para a fruição das Artes Digitais. Uma iniciativa da APCA – Agência de Promoção da Cultura Atlântica, em parceria com o Colectivo Casa Amarela e com o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes.
